Filmes Épicos que nos Fazem Querer Conhecer a África

Filmes Épicos que nos Fazem Querer Conhecer a África

A África é um daqueles lugares selvagens e misteriosos incríveis.

Eu não sou daquelas pessoas que se apavoram com a ideia de estar a três metros de distância de um animal selvagem, então desejo muito visitar o lugar.

Inclusive, por ser descendente de africano, sempre tive vontade de ir para lá.

Fico sempre namorando a cultura e país através de três filmes, que hoje, estarei compartilhando com vocês.

Uma aventura na África

Adaptado de um romance de CS Forester, é estrelado por Humphrey Bogart no filme de Charlie Allnut, premiado com o Oscar.

Ele é o capitão de um navio chamado Rainha Africana, que transporta suprimentos para pequenas aldeias da África Oriental durante guerra.

Katharine Hepburn interpreta Rose Sayer, a irmã donzela de um primo missionário britânico, o Rev. Samuel Sayer (Robert Morley).

Quando os alemães invadem e Samuel morre, Allnut se oferece para levar Rose de volta à civilização.

Ela não pode tolerar sua bebida ou maus modos. No entanto, não demorou muito para que sua antipatia se transformasse em amor.

Juntos, a dupla trabalha para garantir sua sobrevivência nas águas traiçoeiras.

O filme é uma aventura perfeita, sua história de montanha-russa é realmente de tirar o fôlego.

As profundas dificuldades inerentes à filmagem em locação na África foram soberbamente documentadas por vários livros, incluindo um escrito por Katharine Hepburn.

Uma cruz à beira do abismo

Audrey Hepburn estrela “Uma cruz à beira do abismo”, como a irmã Luke, postulante de uma ordem belga de freiras.

Enviada como enfermeira para o Congo Belga, uma tarefa que ela esperava, a irmã Luke fica desapontada ao saber que ela não estará ministrando aos nativos, mas a pacientes europeus.

Embora freqüentemente desiludida em seus esforços para espalhar boa vontade, em um ponto ela é quase morta por um paciente mental.

Através do exemplo do cirurgião-chefe Peter Finch, a freira deixa de lado o idealismo e se torna uma trabalhadora diligente que contrai tuberculose.

Após a eclosão da Segunda Guerra Mundial, a irmã Luke tenta honrar os decretos de sua ordem e não tomar partido, mas isso se torna impossível quando seu pai é morto pelos nazistas.

A história da freira termina com um longo e silencioso fim. Não há música de fundo: o diretor Fred Zinnemann decidiu que a música “triunfante” indicaria que a decisão da irmã Luke era a certa.

O filme é baseado no livro de Kathryn Hulme, cuja representação da vida conventual foi muito mais dura e mais crítica do que qualquer outra coisa já vista.

Minha terra África

De Claire Denis a incomparável diretora, vem com o filme de um relato rico e emocionante de uma mulher levada ao limite.

Dentre uma seleção oficial dos Festivais de Veneza, Toronto e Nova York, o filme é uma fascinante exploração das complexidades do conflito racial e dos limites da vontade humana.

A lendária Isabelle Huppert é a Maria Vial, uma destemida francesa que tenta administrar a plantação de café de sua família em um país africano não identificado.

Dilacerado violentamente por um conflito civil alimentado pelo ódio, logo se volta contra a família estrangeira, declarando-os fora da lei em seu novo lar.

Em um esforço impetuoso para salvar sua família e sustento, Maria arrisca tudo, lutando com cada fragmento de sua vontade para resistir às forças rebeldes.

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